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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Festa....????



O ser humano dos dias de hoje é tão caricato... que para chegar a si mesmo, teve que o fazer a partir de fora... sem reparar, sem quase controlar inicia finalmente, através de uma exposição a que sempre se negou.

Através de redes sociais e novas formas de divulgação, dá-se finalmente a conhecer nos seus mais diversos estados e forma de intimidade, a si e a sua família.

Desta vez para o mundo inteiro, algo que anteriormente havia sido impensável somente para as gentes de sua freguesia, de sua família inclusive... finalmente inicia rápido através desta exposição a que se sujeita transportado pela moda e pelo dá jeito... a ver-se nos olhos e na boca do mundo imenso de limites desconhecidos...

Afinal tudo e tudo, para que finalmente se tenha encurralado para olhar de frente. Será que está preparado para a cilada, que para si próprio preparou de forma impensada?

A ver vamos...

A festa somente agora iniciou...

LF



quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Projecto Chip? Ele já se encontra implantado!





Projecto Chip? Ele já se encontra implantado!

Entre as várias acções que hoje aceleram a destruição da nossa civilização, uma se destaca pela sua aparente e enganosa inocuidade. Grandes empresas e o poder oculto mundial têm rondado a opinião pública avaliando a aceitação da colocação de microchips nos seus funcionários de forma a concretizarem de forma total o controlo sobre tudo o que a estes diz respeito.
No entanto, já existe um Chip profundamente implantado num grande número (quase dois biliões) de seres humanos, que conhecemos pelo nome de “Facebook”.

Em apenas 13 anos de existência este modelo da dominância racional e analítica ultrapassou largamente a eficácia de qualquer Chip com resultados catastróficos para a evolução do ser humano pela erosão nos campos:

- Desidentificação de personalidade
- Normose opinativa
- Incapacidade de gerar ideias e ideais
- Afectação da prestação no trabalho
- Amnésia selectiva
- Altíssimos níveis de desconcentração mental
- Fomentador de profundos complexos narcisísticos
- Degradação cultural por repetição (milhões de vezes) de chavões que limitam a expansão criativa e encarceram a concepção mental e cognitiva
- Promotor da já frágil capacidade de relacionamento e interacção entre pessoas no formato “real”, inclusive dentro das famílias e círculos de amigos
- É o maior exemplo de gravíssima alienação e dependência sem ingestão de substâncias

A “rede” tornou-se numa enorme central de captação energética dos seus usuários, e vampirização da energia individual dos mesmos. Cada pessoa “ligada”, emite e capta a desarmonização emocional, mental, vibratória, não só dos seus contactos (chamados amigos) mas dos contactos dos contactos, dos contactos destes…e por aí fora!
Os sinais e as constatações são assustadoras e a não ser que despertemos para esta realidade manipulativa e programada, podem ser irreversíveis.

No nível da saúde temos entre outros os sintomas do profundo cansaço (independente do descanso que se tenha) – um mau-estar generalizado devido à vampirização energética de que são alvo constantemente – confusão e fadiga mental – exposição a graves doenças devidas à emissão de ondas electro magnéticas dos aparelhos – distúrbios de sono que se tornam habituais – modificação funesta do campo da personalidade e emocional pelos motivos atrás descritos – danosas alterações nos relacionamentos familiares entre os casais e destes com os filhos – intensa perda de foco e entusiasmo no trabalho e obrigações correntes – diminuição ou extinção de ligações nas relações de amizade, sociais, corporativas, pelos motivos atrás expostos, e tantas outros danos que poderíamos ainda enumerar.

Queridos Amigos, tenhamos a consciência desta manipulação/escravidão e que seja pelo menos de forma lúcida que façamos escolhas se queremos ou não continuar por esta via de auto-destruição.  Muitos vêm mas não se apercebem da abrangência deste fenómeno e o que é mais grave, nem aqueles que já se tornaram “vítimas” do mesmo, como quando:
- Recebemos a visita de um amigo cuja conversa se torna incoerente, fraccionada, pelo toque abafado e o olhar rápido no smartphone que não solta da mão.
- Quando à mesa da família a conversa em que se partilhavam alegrias- problemas-soluções, desapareceu, e cada membro está focado na vida, mas na dos “outros”
- Quando os jovens e até adultos rejeitam convívios, ar-livre, actividades sociais conjuntas, porque isso impediria a ligação e a doentia atenção à actividade contínua da rede que lhes aprisionou a mente
- Quando a mãe alimenta o seu bébé com a colher numa mão e o smartphone na outra criando ponte para as energias perniciosas que já enumeramos
- Quando numa loja, empresa ou instituição percebemos o compasso de espera do funcionário que com alguma irritação nos “culpa” pelo corte hipnótico ao aparelho que mantém disfarçadamente a seu lado
- Quando na rua, nos cafés, no metro, observamos a indiferença humanitária, os encontrões, a alienação intensa de comportamento “zombie” não só nos mais jovens mas transversal a todas as idades e o nosso olhar se enche de lágrimas ao sermos testemunhas da desagregação (intencional) desta humanidade.

Por favor, acordem...

Maria Adelina de Jesus Lopes






sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O que os animais pensam e sentem?

Sirenes dos Inocentes -

Tempos de mudança - também isto influencia o estado do mundo

Os "beija-flor"



Nas sociedades onde o marialvismo ainda é bem-visto o comportamento “beija-flor” é quantas vezes estimulado pela mesma sociedade, no entanto merece a nossa reflexão dado que este não é de forma alguma inócuo.
Tentando ganhar simpatia ou estatuto, usam as suas andanças como um cartão-de-visita entre os amigos, lisonjeiam-se ao contar as façanhas e os seus truques, como o mais conhecido que é optarem por chamar a todas as suas conquistas pelo mesmo nome “Flor”… Já perceberam? Exacto! Assim não correm o risco de lhes trocarem o nome por engano!
Na sua aparente leveza na forma, na realidade o beija-flor é muito semelhante ao morcego, ou seja, é um vampiro. Sim porque ele nem sequer é um bom polinizador, apenas extraí o mel ou o elixir por isso também é chamado chupa-flor.
Tal como o morcego que faz uso duma espécie de antena que lhes indica onde há sangue quente, o homem beija-flor está em constante alerta para captar a energia sem a qual ele não consegue existir. É por norma incoerente, dado que a sua capacidade coesiva é formada pelo que extraí das suas “flores”, obviamente diferentes na sua essência o que se traduz num discurso de conveniência conforme a ocasião. O seu gosto é diversificado, parasitando aqui e ali na procura de temperos variados que lhe tragam algum gosto à vida.
O reverso deste comportamento patológico que alguns podem considerar inofensivo, é na realidade devastador para muitas pessoas, as mais frágeis psico e emocionalmente, e que se permitiram tornar-se alimento da fome energética destes seres, para quem a descoberta de “novas ondas” é uma necessidade compulsiva. A devastação é mais grave e profunda naquelas que lhe estão directamente ligadas, como seja a namorada ou esposa, que se torna mais uma receptora da vanglória dos feitos do homem beija-flor que lhe acirra assim o ciúme e a insegurança, uma das formas de auto-satisfazer o seu enorme ego que compensa quase sempre uma disfuncionalidade sexual.
É elevadíssimo o número de casos de profundas e graves doenças de foro psíquico de mulheres vítimas indirectas do comportamento “beija-flor” dos companheiros. Estas mulheres que a seu devido tempo não se libertaram do relacionamento, e devido à fragilidade que a doença lhes provoca, tornam-se com o tempo incapazes de o fazerem o que lhe ocasiona ressalto atrás ressalto de culpa e frustração que obviamente extrema ainda mais a patologia e desestrutura o seu potencial de vida em harmonia.
Amigos, existem comportamentos que ainda beneficiam duma espécie de tolerância social ligada ao sistema de patriarcado, mas, no reconhecimento da nobreza do Ser Homem, devemos reflectir de que forma, por acção ou omissão, contribuímos, cada um de nós, para um estado de coisas e em muitas vertentes da vida, que não são, obviamente, as que Homens e Mulheres, desejamos para a construção do almejado mundo novo.

Sejamos lucidez


Maria Adelina