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terça-feira, 17 de outubro de 2017

AS MANOBRAS DAS TREVAS




Aquilo de que vos vou falar nem sempre é bem recebido e muitas vezes arranja-nos inimigos, mas… pensei bem e concluí que, por vezes deve-se dizer aquilo que tem que ser dito, até porque, a atitude correcta, nem sempre é ignorar ou fazer de conta que não se vê.
O que se segue, não se destina a ninguém em particular, nem nada é contra qualquer tipo de terapia, antes é uma apreciação do actual quadro a que se assiste nestes campos aqui tratados.
Como tal, vou falar-vos das manobras que, desde os últimos 30, 40 anos têm vindo a ser, paulatinamente e sistematicamente, desenvolvidas pelos nossos irmãos que trabalham nas trevas. É, eles existem mesmo, e nunca descansam nos seus propósitos de obstruir o caminho para a Luz de todos aqueles que para Ela minimamente podem olhar.

Uma das tácticas que eles utilizam, no sentido de abrandar ou mesmo impedir o desenvolvimento espiritual do ser humano, consiste em, subtilmente, sobrevalorizar as incapacidades da cada um de nós, colocando uma grande ênfase na fragilidade e auto-comiseração, nos traumas e inseguranças, fazendo com que o ser humano se torne cada vez mais dependente de diversos padrões, fazendo com que cada um vivencie, de um modo mórbido as suas emoções e inseguranças, até ao ponto das mesmas se tornarem um vício.
As forças das trevas socorrem-se, na maior parte das vezes dos meios terapêuticos, os quais muitas vezes aparecem com uma aparência muito luminosa, para levarem o ser humano a ficar muito ou totalmente dependente dessas “terapias”, dependentes de outrem, forçando-os a transferir o seu poder para os outros, pois estão convencidos de que, por si, nada conseguem fazer, ou decidir, nem resolver.
Por outro lado, esses meios “terapêuticos”, servem muitas vezes, a maioria sem o saber, essas mesmas forças, colocando à disposição dos seus clientes toda uma panóplia de “remédios”, ainda inculcando nas suas mentes que os mesmos são sempre muito especiais, com enormes capacidades, prometendo, uma autêntica espiritualidade barata, à qual todos têm acesso, rituais para modificar o seu karma e destino, canalizações e comunicações com os grandes Mestres e Seres divinos, sempre com grande facilidade, rituais e rituais de cura a todos os níveis, multidimensionais ou quânticos, como lhe chamam, encaminhando, também, por vezes, subtilmente a consciência dos incautos para assuntos relacionados com extraterrestres, que apresentam como mestres, bem como uma imensa panóplia de “ensinamentos” dos mesmos. 
Dizem muitas vezes às pessoas que elas são diferentes dos outros, que têm capacidades acima da média, que são mais avançados espiritualmente, assim como muito inteligentes, fazendo-lhes crer que têm um papel a desempenhar e, pior ainda, utilizando o mesmo expediente com crianças e jovens, distorcendo-lhes muitas vezes a sua personalidade e maneira de ver a vida e os outros. Catalogando-os até…
Coisas e maneiras de ensinar que nunca a Hierarquia Espiritual do Planeta utiliza nem nunca utilizou… ou virá a utilizar.
Curiosidades, expedientes para fazerem com que a atenção da pessoa fique focalizada no exterior e na baixa astralidade,, onde a irmandade negra mais trabalha e domina. 
É toda uma emocionalidade barata e doentia, um campo de falsas expectativas, uma “espiritualidade” de frases feitas e onde se “ensina” o ser humano a aceitar-se e a gostar de si mesmo… como ele é. Mas, que parte de si mesmo conhece o ser humano? A personalidade. Bem, só as forças das trevas podem aconselhar a aceitação e o gosto pela personalidade. Essa é a pior parte de cada um de nós!
O ser humano comum não atinge, nem na imaginação, os planos mais elevados de consciência. Para isso precisa de recursos e transformações interiores que ainda não tem.
Se certas terapias funcionassem como apregoam, já não haveria doentes no mundo…
Se a espiritualidade fosse como apregoam, éramos um mundo de iniciados e mestres, mas… não somos.
Por outro lado, difunde-se a ideia de que, a pessoa para se tornar muito espiritual, tem que frequentar o maior número de cursos, terapias, workshops e afins, como se isso fosse a verdadeira espiritualidade, e tudo com base na crença de que, a nova era e novas energias a tudo modificaram, desde o nome dos Mestres, à própria Hierarquia Espiritual do planeta. Retirando algum ensinamento, de uma maneira vergonhosa, às grandes e milenares fontes do conhecimento iniciático, alguns deles a elas ligados (nem sonhando com o karma que isso lhes trará), e apresentando-o de uma forma modificada e aparentemente acessível. Toda uma matéria com a qual as pessoas pensam que estão a trabalhar, não se apercebendo que intelecto e imaginação não são espiritualidade. E, como se já não bastasse, ainda começam a tentar encaixar a espiritualidade na ciência, apresentando tudo como se fosse uma novidade, pois só agora a ciência” descobriu que”… tentando, desta maneira, retirar toda a espiritualidade ao conteúdo, e tentando reduzir tudo a uma mera palestra científica ministrada num anfiteatro de uma qualquer universidade, por aqueles que hoje se apresentam como Gurus da humanidade, e cujos nomes bem conhecidos são…
Como disse um dos maiores Mestres da humanidade, há 2000 anos: ”Felizes os que acreditam sem ter visto”. 
Mente, intelecto, são apenas instrumentos. Não espiritualidade.
Se esses “exercícios espirituais” funcionassem, já teríamos uma sociedade de iluminados. Mas não temos… nem de perto nem de longe. 
Esquecem-se que aquilo de que falam, ou melhor, tentam falar, já é conhecido dos discípulos e iniciados nas verdadeiras e milenares linhas espirituais da própria humanidade. Há muito, muito tempo. Da verdadeira sabedoria arcana. Daquela que é difícil, que leva vidas a aprender, que não engana ninguém mas que exige um rendição total do nosso ego às suas Leis e, que na grande escada da Vida, se sobe… degrau a degrau e que cada um deles tem as suas rosas… mas também muitos espinhos.
Veja-se atentamente o que era e como era ensinado pelo Cristo, por Buda, por Patanjali, Vivekananda, Yogananda, Ramana Maharshi, por Krishna, Ramakrisna, entre outros. Como ensinavam, o que exigiam, o exemplo que davam…
Não se vendem à humanidade “atalhos” espirituais!
As alturas espirituais não se atingem assim…
É um caminho muito, muito sério.
Apenas se engana as pessoas… talvez para arranjar um séquito de admiradores…
Ou pior, para as desviar da verdadeira Luz!
É certo que aqueles que assim quiserem “aprender”, o podem fazer. Devem, no entanto, ser avisados do que se está a passar. Depois escolham!
É tempo do ser humano acordar, de deixar de se lamentar, de se sentir fraco e dependente, de pensar que pode atingir os pináculos da sabedoria por um qualquer meio que até é fácil, de que, em 2 ou 3 dias pode ficar a comunicar com os grandes Mestres, deles receber mensagens, transmutar grande parte do seu Karma numa ou outra visualização ou ritual, contactar com o seu guia, comunicar com Arcanjos e outros Seres celestiais… em 10 lições. 
Que não se confundam simples terapias com espiritualidade e a realização ou iluminação do ser humano.
Que não se chame espiritualidade a uma amálgama de conhecimentos, retirados de diversas “fontes ou origens” e que apenas visam satisfazer a curiosidade ou a emocionalidade desenfreada de muitas pessoas, ou a um estado de histeria colectiva, desde que estejamos sempre muito alegres e sorridentes…
São e serão sempre coisas muito, muito diferentes.
Sabem, é muito fácil ver a ilusão e falsidade que tentam vender… e sabem porquê?
Porque o servidor da Luz tem um código interior que não o deixa nunca proceder como eles procedem. 
É a Eterna Lei!
Quem quiser ouvir…



Carlos Paula


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

“Por quién doblan las campanas” (Por quem os sinos dobram)



Segundo Hemingway no seu livro com o mesmo nome, dobram por todos nós, porque quando morre alguém nós também morremos um pouco.

Sempre que se fractura um ser humano, um país, é uma agressão a todos nós, mais ainda aqueles a quem nos ligam filamentos genéticos bem antigos, mas vivos.

Tenhamos reflexão, porque os medos instalam-se e abrem brechas mais e mais profundas o que leva no melhor dos casos à instabilidade social e aos buracos deletérios por onde entram as influências maléficas cujo intento é como já sabemos a destruição maciça da humanidade a começar pela instituição da Família.

Assim sentimos hoje a Espanha, fracturada! Sem lucidez e sem remorso, os instigadores da fractura,  atiram agora hipócritas coroas de temperança num plano totalmente forjado até ao presente, e ao que virá. O que está na causa (oculta) não é o nascimento de um novo país,  a Catalunha, é mais que isso, é inquietantemente mais que isso!

Como tantas outras terríveis situações que grassam no mundo e se infiltram rapidamente em Portugal, basta apenas soprar o pó e deparamos de imediato com a força fomentadora do acontecido em Espanha.

Também aqui a força por detrás do “testa de ferro”  é o Lobby Gay, o mesmo que entre muitas outras gravíssimas acções, brinda o mundo com os aberrantes desfiles Gay, onde insultam e troçam de todos os mais fundamentais valores da nossa civilização e sociedade.

La Generalitat de Cataluña, ou seja o Governo da Catalunha dá-se ao luxo de participar nas festas do Lobby Gay e fazer estas afirmações…


Por favor despertem, que o plano é global…

A.



terça-feira, 10 de outubro de 2017

“A César o que é de César, a Deus o que é de Deus”


Esta frase do Mestre Jesus é proverbial para o “momentum” actual. Por tantos esquecida e para outros tantos (especialmente os mais jovens) desconhecida, deve ser um alerta para todos aqueles que se maquilham com as cores de teorias espirituais.
Duas leis se atropelam constantemente, por um lado absorvem massivamente conhecimentos descontextualizados recortados dos ensinamentos sagrados conforme o fim para que os usam.
Por outro lado, e maioritariamente, desrespeitam em duplicado essas mesmas leis cósmicas, porque tendo sido agraciados com o conhecimento delas, não as colocam na prática das suas vidas.
Destas posturas, os exemplos e os resultados, tornam-se a face visível de expressões de vida em sofrimentos e desarmonias de toda ordem, numa permanente repetição de padrões.
Quando confrontado com a armadilha que era a pergunta que lhe colocaram, Jesus respondeu: “hipócritas, dai a César o que é de César e dai a Deus o que é de Deus”
- Nunca como hoje os seres humanos fizeram uso da insegurança individual e do vazio espiritual dos outros, para daí retirar dividendos materiais e energéticos. Misturaram-se os caminhos da assistencialidade com práticas terapêuticas, geram confusão entre curador e curandeiro, promovem-se em organizado marketing a ilusão da manipulação da essência de cada um, pela via da compra de um certificado espiritual. Profissionalizaram-se respeitadas correntes religiosas e filosóficas cuja imagem hoje se confunde com uma montra de supermercado.
E o teste Cósmico continua, repete-se vezes sem conta nas mais variadas facetas do dia-a-dia de cada um, a cada acção… Quando tudo podia e devia, ser tão mais fácil, fluido, no amor fraterno, solidário, do Cristo em cada um de nós.
O enunciado é: em que grau está o teu egocentrismo? … mas também lembra, amorosa e constantemente, que a escolha, a opção pela via do sofrimento é individual, e um direito sempre presente…

Maria Adelina


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Já não há heróis?




Nota : este simples texto é uma homenagem a todas estas mulheres e seus filhos, as que conheço e as que desconheço, entre as quais a minha filha e também o meu neto que do alto dos seus 4 anos plenos de maturidade e coragem me dizia aquando da sua chegada à Alemanha em 2014:
“sabes avó só não gosto muito de estar na Alemanha porque eles aqui falam alemão…mas eu aprendo avó, eu aprendo!” Setembro de 2014



Passados 3 anos, agora com sete anos de idade, este meu herói com óptimo aproveitamento na área escolar é ainda contemplado  com um louvor pela excelente prática do idioma alemão (não sendo este o seu idioma materno).

 “Já não há heróis”, é o título de uma interessante canção já com alguns anos mas que representa bem o ciclo temporal que estamos a vivenciar.
No entanto, e talvez como sinal da mudança, tenho-me deparado ultimamente com muitos heróis ou melhor dito heroínas.
Dentro de um alargado círculo de amizades são vários os casos dos novos navegadores que no feminino, reabilitam a coragem de um povo esquecido da sua glória, perdida nas ufanas crises desfraldadas pela vilania e desresponsabilização daqueles a quem outorgamos o poder de nos “governar”.
Maioritariamente apenas acompanhadas pelos filhos abraçam lá fora, a esperança da conquista daquilo que deveria ser um direito natural no seu país, trabalho, segurança, saúde, educação.
Já são tantas, que simbolizadas por notas, poderíamos compor muitas canções; a das heroínas - mulheres portuguesas - jovens com formação - cujo medo, como que por alquimia se transforma na confiança que transmitem aos filhos para que estes não se sintam estrangeiros longe do seu país.
A raça destas mulheres é aquela que dará frutos para estruturar um novo mundo no seio doutras culturas que as acolhem, e realçam as capacidades e o proveito.
Heróis? Sim existem! São mulheres lusitanas as heroínas do agora.

Maria Adelina