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segunda-feira, 29 de agosto de 2016





“Aleph- a letra inicial do alfabeto hebraico, correspondente ao alfa grego Aleph é a figura da Unidade do Deus-Homem que é o Messias ou Cristo. Do ponto de vista messiânico, Aleph representa Yeshua, o Messias, intercessor da humanidade. Os dois Yods representam os braços abertos estendidos alcançando tanto a humanidade quanto a Deus”



O Aleph


Aleph é um portal, com que algumas pessoas se vêm agraciadas em algum período das suas vidas. cujo acesso requer, uma, duas, ou mais chaves. Não sendo um prémio, mas pode ser considerado um facilitador para aqueles que estão prontos e disponíveis para o salto ascensional.
São estes, também, que carregam em si, o ónus de grandes responsabilidades positivas e negativas das suas múltiplas vidas. Pela conjuntura criada pelos códigos comuns de duas ou mais pessoas, gera-se a brecha em dimensão intemporal, que permite o acesso às vivências mais marcantes dos personagens, recriando dons, sublimando desafectos, desbloqueando traumas, reequilibrando carmas.
É sem dúvida uma experiência extraordinária que ocorre por pequenos períodos temporais e que se repete, ou não, em conformidade com a compreensão e o respeito para com esta dádiva do Universo.
As consequências destas experiências são sempre marcantes, requerendo dos envolvidos grande abertura mental, a superação das baixas emoções, e uma compreensão plena e abrangente das vivências insólitas em que se vêm inseridos, quantas vezes procedendo ao fecho de acontecimentos traumáticos que os ligam há muitas vidas.
O Aleph, é o amor de Deus em acção por aqueles que, por méritos acumulados, são postos à prova do ver mais além, na obtenção do equilíbrio necessário, para novos desafios deste mundo em mudança.
Sem rituais ou locais especiais, o Aleph gera-se do nada, apenas pela sincronia energética, e o plano alonga-se para que cada personagem dê o seu melhor, na transformação interior.
Nem sempre compreendido, quando as facetas do ego e da vaidade levam a palma, o Aleph parte, tal qual como um comboio que se perde, assim se perde a oportunidade de ouro, ponte transcendente dos chamados.


Maria Adelina




quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Homenagem a um grande poeta e intérprete - Descanse em Paz




O Fenómeno da Sincronicidade – por James Redfield

Receber notícias de pessoas imediatamente após termos sonhado com elas; Receber telefonemas de amigos em quem não conseguimos parar de pensar; Começar a falar ao mesmo tempo, a mesma frase que nosso interlocutor; Cantarolar a mesma canção que nosso colega de trabalho está começando a assobiar; Encontrar, repentinamente, sem ter marcado, ou planeado, justamente aquela pessoa com quem queremos ou precisamos conversar; Descobrir que alguém que acabamos de conhecer como cliente já foi vizinho de nosso melhor amigo; Estar numa cidade em que você nunca esteve, entrar num restaurante qualquer, apenas para constatar que o gerente foi seu colega de turma na faculdade; E, finalmente, experimentar a esquisita sensação de estar vivendo uma situação pela enésima vez, em todos os seus mínimos detalhes, sem conseguir determinar quando  ou onde ­a primeira vez aconteceu; aquilo que as pessoas costumam chamar de “déjà-vu”, deixa sempre um traço de mistério no ar. A maioria das pessoas costuma considerar fatos assim como frutos do mero acaso. Elas acham que as coincidências se explicam pela Lei das Probabilidades. Certamente, no meio da infinita gama de interacções que acontecem entre os seres humanos, a cada instante, em todo o planeta, ocorrências como as que descrevemos são matematicamente previsíveis. O que não parece fácil de explicar é a dimensão de seu impacto sobre a vida das pessoas. Há coincidências que mudam completamente a vida da gente. Acasos, que nos levam por caminhos inusitados, apontando, como setas fluorescentes, soluções que, de outra forma, estariam totalmente fora do nosso campo de visão. Acontecimentos inusitados, que chacoalham nossa existência, apresentando-­nos uma nova perspectiva do mundo e das coisas. É justamente por causa disso, que algumas pessoas acreditam que as coincidências são eventos reveladores, sinais de que uma força superior actua sobre nossas vidas, criando situações de aprendizado, abrindo um caminho claro em meio à densa névoa de ilusão que teimamos em aceitar como realidade. Pessoas que pensam assim chamam as coincidências de sincronicidade. Na Profecia Celestina descrevo de que maneira esses fenómenos ocorrem no nosso dia-a-dia e como podemos utilizá­-los para acelerar o processo de autoconhecimento e desenvolvimento espiritual.

James Redfield

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Em tempo de férias, um conto "Como fazer a mala"




Em tempo de férias, um conto –

Como fazer a mala




No atribulado início da viagem e já na sala de embarque os passageiros eram informados que o voo teria 40 minutos de atraso que posteriormente se tornaram em duas horas. A mulher sentada ao meu lado sorriu-me e encaixou-se melhor na cadeira na perspectiva da espera. Passados uns minutos consultou as horas no telemóvel e accionou imagens nas quais se detinha compassadamente.
E naquela intimidade que se gera entre desconhecidos no mesmo “barco”, olhou-me dizendo: as crianças são os alicerces de um novo mundo - concordei e apresentei-me, ela retribuiu dizendo que se chamava Maria.
Os passageiros foram finalmente chamados a embarcar e perdi de vista a recém-conhecida.
Coincidimos de novo em mais uma longa espera, na saída das malas dos tapetes rolantes. Emiti uma frase de descontentamento com as condições desta viagem, à qual Maria respondeu com uma frase inusitada: foquemo-nos no milagre e não nas condições - o meu olhar inquisidor fê-la continuar: sabe, na noite passada, sonhei com um acidente aéreo, e em que deitada em terra, tentava desviar-me de alguns destroços em arremesso pelo ar, acordei com o sonho bem presente e com a sensação de que este, nesse dia, seria realidade.
Enquanto dava os últimos retoques à minha mala, verifiquei se lá tinha colocado a confiança em que tudo acontece na hora certa – a gratidão pelos já longos anos de experiência enquanto encarnada – o perdão de tudo e para tudo que a vida me proporcionou – os votos de coragem para os que ainda têm caminho a percorrer – pelo canal da alma, despedi-me de todos os que fazem parte da minha vida – finalmente verifiquei o nível de paz, imenso, e fechei a mala.
Ao sair, abençoei o meu neto e ofereci-lhe o meu talismã preferido dizendo-lhe, isto vai fortalecer-te para que possas corresponder aos desafios da tua senda.
Apreciei cada segundo da viagem até ao aeroporto, a algazarra dos pássaros que pareciam tão perto, as cores das árvores vibrantes como nunca, e o olhar acolhedor de quantos se cruzavam comigo.
Já na sala de espera do aeroporto, verifiquei que a maioria dos passageiros eram casais jovens, com muitas crianças, inclusive vários bebés, e questionei o céu, orei pela transmutação dos carmas que os reuniu nesta viagem, nesta ínfima partícula de tempo, e que nos seus corações se acendesse ou reacendesse a chama da sua condição de co-criadores de um novo mundo.
Maria calou-se e sorriu de novo, penso que divertida com a expressão que via no meu rosto. O tapete rolante reiniciou a sua marcha e avistamos as nossas malas. Maria recolheu a dela, olhou-me tão só, e caminhou em direcção à saída. Enquanto recolhia a minha, o meu pensamento recordou a primeira e única mensagem do comandante do avião aos passageiros, pouco antes de aterrar, em que pedia desculpas pelo atraso que afectou o voo, uma falha mecânica tinha sido detectada no avião e a sua reparação tinha sido mais demorada que o previsto.


MA



8 de Agosto 2016






quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Ajuda





Reflexão sobre “Ajuda”

Sendo que “Ajuda” significa sempre interferência, esta deve ser emitida na mais profunda pureza de intenção, só assim, partilhamos exemplo do que foi positivo para nós e não o que queremos que outro experimente.
O instinto natural de ajudar vai-se aprimorando no conhecimento das facetas  humanas, as nossas e as dos outros, reconhecendo os limites da liberdade de experimentação que cabe aos demais. Sobre isto e outros temos inúmeros exemplos. 
Quantas vezes tentamos ajudar quem não quer ser ajudado! Isto pode ocorrer pelo simples facto de que essa pessoa se sente confortável na situação - ou porque é uma estrutura de vida assim planeada - ou como forma de resgate cármico - ou até como suporte de máscaras/personna. Algumas outras razões podem existir que devemos permitir sejam reconhecidas no nosso coração de forma a não nos tornarmos (com a melhor das intenções) factor de desvio ou impositivo no percurso dos demais.
Quando a ajuda nos é solicitada :
– Comparativamente com os fardos da alma, é muito fácil ajudar os outros com os fardos da vida. Com mais ou menos generosidade, disponibilidade, dom de partilha, podemos corresponder às necessidades dos que a nós recorrem ou que pela via da empatia sintamos onde são proveitosos os nossos préstimos. 
Já no auxílio aos fardos da alma, se requer uma sensibilidade aprimorada:
-Conhecimento,  pelo qual se alcança a isenção da influência dos próprios processos e possíveis desarmonias pessoais que se tornem factores de sugestão em planos de ajuda
-Sustentação pela doação energética envolta em compaixão (não confundir este termo com concordância). Quase sempre a ajuda mais eficaz é transmitida por um sopro de elevação, um crédito de fé no infinito poder pessoal de cada um, para que a pessoa que pede ajuda perceba que a solução está, e sempre esteve, em si própria
-E o ingrediente principal, o exemplo. Nada soa tão deslocado, como os conselhos de quem não os pratica, ou advoga, nos seus meios de influência.
Ajuda? Sempre! Mas tenhamos presente, sempre, a imparcialidade da nossa intenção.

Maria Adelina

Nota: Estas reflexões têm enquadramento em adultos detentores das faculdadas inerentes. No caso de Seres cujas capacidades não estejam ainda desenvolvidas como é o caso das Crianças, e aos seres do reino animal , o nosso sentido de ajuda deve ser presente, atento, abrangente, interventivo, de forma a que cada um de nós contribua para o bem-estar integral dos mais frágeis ou indefesos.

domingo, 24 de julho de 2016