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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O demais e o de menos





O demais e o de menos












Caríssimas Amigas e Amigos

No final da quinzena que este blogue dedicou por inteiro ao tema "Amor", que nunca seja demais a integração do mesmo, nem de menos as bênçãos dos seus benefícios.

Agradeço todas as manifestações de interesse pelo tópico e sinto-me grata pela utilidade dos mesmos. 
Agradeço especialmente a um grupo de pessoas que resolveram juntar-se periodicamente com a intenção de fomentarem a análise e a superação de conflitos e desarmonias nos seus relacionamentos, envio os meus votos de sucesso e do melhor proveito, bem-hajam. 

O uso abusivo da má definição do sentimento maior que é o Amor, tem sido, e continua a ser, a causa dos flagelos morais da humanidade como por exemplo : o aborto – a estigmatização do feminino - a falta de auto estima - a degeneração da prática sexual - a violência, a subserviência, o desrespeito e a exploração da mulher,  entre outras…

A forma como amamos e nos relacionamos tem uma profunda influência na frequência vibratória dos nossos campos áuricos e consequentemente na vibração planetária. Ou seja, também por essa via somos co-criadores da maior ou menor densidade energética com que a humanidade se debate a cada dia, dado ser este um meio de excelência para a expansão e evolução da consciência individual e colectiva.


Gratidão

Maria Adelina



Amor, segundo Pablo Neruda


A Fundação não cairá!







A fusão dos pólos, em amor, é pedra basilar no ancoramento e reconstrução de uma nova civilização.






A sinergia fomentada pelo amor de dois Seres é uma das forças mais poderosas do Universo.
Na vivência plena das vertentes do amor : física, emocional, mental, formam-se campos energéticos que podemos comparar a viveiros, onde em ambiente propício, tudo cresce em qualidade.

Vivemos tempos em que estranhas forças de poderosos e sombrios lóbis abanam as fundações da ética natural, biológica, e evolutiva do formato humano (masculino e feminino).
Em cada Unidade formada por um homem e uma mulher unidos pelo Amor e que percorrem o mesmo caminho, a ligação espiritual é o efeito aglomerante, coadjuvada  pelo respeito a todas as vertentes dessa união.

A todos os que percorrem a senda em unidade, compromisso sagrado, baluartes da família, escola viva para os filhos, luzeiros cósmicos:
- Que cada dia seja um exemplo de alegria e harmonia partilhada saturado de sentimentos de elevação
- Que cada passo ou decisão, esteja impregnado de complementaridade  e companheirismo
- Que o mar da comunicação seja feito de muitas e produtivas  correntes
- Que a ternura seja farol de vibração, constante, que ilumine tudo a seu passo.

Contra ventos e marés, coragem e perseverança, sentido de entrega abnegada, honrar o companheiro ou a companheira, fundar sacralidade pela veracidade de cada união.



Maria Adelina





Amor, segundo Nelson Mandela


domingo, 12 de fevereiro de 2017

Meia-Laranja?





Meia-Laranja ou Completude?

Indiferente a faixas etárias e sendo o fulcro de qualquer relacionamento, a comunicação e a veracidade são o ponto onde convergem a maior parte das dúvidas, desentendimentos, desarmonias e frustrações, que por sua vez se alastram a todos os aspectos da vida.
As motivações do coração continuam a ser insondáveis para a maior parte dos seres, no entanto, são sempre baseadas na necessidade de aprendizado e superação do nosso estatuto consciencial.
O amor a dois é o maior teste que nos é dado vivenciar, e dele podemos obter nota positiva, apenas quando é feito de dádiva e aceitação.
- Dádiva – Apenas quando o amor existe em nós podemos partilhá-lo com outro, ninguém pode dar (partilhar) o que não tem.
- Aceitação – Todo relacionamento baseado na perspectiva de que podemos ou devemos mudar o outro está condenado á partida. O “modelo” por nós idealizado é o estereótipo impresso no nosso campo racional que se torna uma prisão.
Nós não podemos mudar ninguém, excepto a nós próprios, se pela auto análise concluirmos essa necessidade. Assim, e mais ainda num relacionamento a dois, o autoconhecimento é fundamental.
Quando dois seres cruzam os seus caminhos, é precisamente na diferença de conceitos e posturas, que cada qual vai buscar os preciosos sedimentos com que se constroem os degraus da tolerância, da flexibilidade, da compreensão.
Quando o ciúme, a rigidez, a competição, se tornam cerceadores da expressão das facetas individuais, da afectividade, dos sonhos de cada um, corroemos a raiz antes da planta florescer.
A liberdade de cada ser não é negociável, nem deve ser moeda de troca para a “harmonia” de qualquer relacionamento. O respeito para com as escolhas e opções de cada um, é o único suporte para a estabilidade duma relação, e a comunicação aberta, leal, é a ponte que transpõe qualquer diferença.
Dentro desse círculo de auto-respeito, cada qual deve ser como árvore em crescimento, cuja seiva é alimento, sombra e amparo para a alma companheira, ou seja a almejada completude.
Queridos amigos, ninguém é metade (meia-laranja) de ninguém! Se assim fosse, seriamos eternamente seres incompletos…Cada um de nós é em si mesmo uma paleta de cor criadora!
No entanto outros ingredientes são indispensáveis para a construção de percursos paralelos: respeito, entrega, compromisso.
Estes amores assim construídos, são exemplos que nos indicam que o horizonte não tem fim, e cuja função, é serem farol que trespassa a densidade planetária, meio onde nadam as almas em procura dos trilhos da sua evolução.



Maria Adelina